O machismo estrutural continua afetando significativamente a trajetória profissional das mulheres, manifestando-se na desigualdade salarial, na baixa presença em cargos de liderança e nos elevados índices de assédio. Mesmo com conquistas legais importantes, pesquisas recentes revelam que as mulheres ainda ganham, em média, 17% menos que os homens e ocupam apenas 3% dos cargos de CEO no Brasil. Para compreender melhor esse panorama, entrevistas com especialistas e profissionais de diferentes setores analisam os impactos emocionais, jurídicos e sociais dessa realidade, além de destacarem as estratégias adotadas por mulheres para enfrentar essas barreiras no mercado de trabalho.